margin-top:35px; Pequena pra uns, GRANDE pra outros. Depende do óculos.
quem sou eu?


Eu não sei na verdade quem eu sou™
E se eu soubesse, não diria a você. Rá!

E outra...

"Você pode pensar o que quiser sobre as pessoas, mas saiba que isso não vai transformá-las". (Hugh Prather)

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segunda-feira, 22 de junho de 2009
E aí cambada!

Este final de semana vi alguns filmes, e um deles, O funcionário do mês, me roubou boas risadas. Às vezes eu ria porque sou besta mesmo, outras porque a cena era mesmo engraçada, e outras porque eu lembrava do meu próprio cotidiano profissional, com o tempo a gente percebe que tudo nessa vida é uma piada.
O funcionário que "se acha" tem conquistado a estrela de funcionário do mês por várias vezes consecutivas, já outro se contentava com sua vidinha pacata sendo empacotador. Aquele que se acha a última coca do deserto vou chamar de Mané, ele tinha um parasita-mão-direita, que vou chamar de Otário. Tudo que o Mané fazia era motivo pro Otário aplaudir, e ele obedecia a todas as ordens, Otário realizava todos os pedidos do Mané, e ele sentia uma paixão platônica, coisa linda de se ver. Era completamente declarado, mamãe-eu-amo-meu-chefe.
Tudo se passa num hipermercado e foi realizada uma "competição", quem cumprisse as metas (ajudar os clientes, ser pró ativo, etc etc) além de ser o funcionário do mês ganharia um lindo carro. O Mané estava certo da vitória e junto com seu parasita, Otário, começou a corrida rumo a vitória. Mas como nem tudo são flores, o Mané teve uma pequena surpresa, pela primeira vez em muitos meses, ele não foi o funcionário do mês. Que Mané. Já o empacotador acomodado entrou na luta pra provar pra todos e pra si mesmo que era capaz, tudo por causa de uma funcionária nova no pedaço que deu água na boca dos cuecas de plantão. O empacotador apaixonou. E o Mané? Dançou!
Atenção Manés de plantão, não dá pra estar no topo o tempo todo. E chega de blá blá blá, a moral da hisória é a seguinte.
Numa cena o Mané tava no carro fodido dele com o parasita Otário do lado, ao som de uma música besta, os dois ficam lá parados por alguns minutos, e começa o papo com o Otário falando:

- Adoro essa música.
- É a melhor!
- Seu carro é muito maneiro.
- É.
- Posso dar uma volta?
- Claro que não.
- Você me dá uma carona?
- Claro que não.
- Me leva até o ponto de ônibus?
- Definitivamente não.

O Otário estava até fazendo negócio pra comprar o carro por dez mil doláres, porque esperavam claro que o Mané fosse ganhar o novo.

Depois disso o Mané chutou o Otário da vida dele. Então no desenrolar do filme, o Otário acabou voltando a ser parceiro-parasita-mão-direita do Mané, mas como eu disse ele não ganhou, óh! O Mané perdeu porque trapaceou (e porque ele era mesmo um chato de galocha, mereceu!), no fim ele tinha perdido o carro dele porque o empacotador colocou no estoque pra vender e um cliente comprou (por vinte doláres, o que deixou o Otário puto da vida). Mané foi preso e ficou em liberdade condicional, não podendo se afastar de casa por mais de dois quilômetros. O Otário por incrível que pareça apareceu com um puta carrão (era um carrinho, mas era realmente maneiro), a cena se repete como a anterior, só que ao contrário. No meio da conversa o Mané falou pro Otário que não poderia ficar longe de casa, vemos lá o Otário todo pimpão no carro dele com o Mané do lado e um rastreador na canela. E continua o papo com o Mané falando:

- Adoro essa música.
- É a melhor!
- Seu carro é muito maneiro.
- É.
- Posso dar uma volta?
- Claro que não.
- Você me dá uma carona?
- Claro que não.
- Me leva até o ponto de ônibus?
- Claro.

Então o Otário leva o Mané pra bem longe, violando os dois quilômetros. E ele se f* de novo.

Resumindo de novo: não dá pra estar no topo o tempo todo, ainda mais se sua mão direita for um Otário e você um Mané.

Mais (praticamente quase nada) sobre o filme
.

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posted by Simone M. Silva [simøninha™] at 21:09
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